terça-feira, 28 de outubro de 2014
Por que votar em Dilma e não em Aécio
O último domingo 26 de outubro -- data de votação do segundo turno da eleição para escolha do novo presidente da República para os próximos quatro anos --, foi de intensa ansiedade, inquietação e receio de cometer injustiças.
Assim como de costume, acordei cedo, vestir minha melhor roupa, calcei meu melhor sapato, cumprimentei alguns vizinhos e sair para exercer meu dever cívico do dia, votar no 13, Dilma Roussef para continuar.
Durante meu trajeto, muitos me perguntaram: por que votar em Dilma Roussef e não em Aécio Neves? A resposta é simples: assim como a maioria da população voto em Dilma porque sou careta, tenho medo de mudanças, tenho medo do desconhecido.
As últimas 24 horas foram decisivas e decidi votar em Dilma porque revendo a história do Brasil dos últimos 12 anos, percebi que apesar de o PT ter sido o governo mais corrupto da história, reconheço que também houve avanços significativos na economia.
Portanto, contra fatos, não há argumentos. Não há como negar que o Brasil hoje é o país das oportunidades, que temos a melhor independência energética do mundo, a melhor tecnologia nuclear e petroleira da indústria mundial e nem se fala mais em dívida externa.
Nesse ínterim, percebi também que, julgar política morando em uma casa boa, com um carro novo na garagem, com filhos recebendo boa educação na rede privada, com comida farta diariamente na mesa é democrático, porém fácil até demais.
Quem quiser saber a importância do bolsa família, pergunte a uma mãe solteira que mora com os filhos no interior, pergunte também ao pequeno comerciante que vê, a cada 1,00 do bolsa família sendo devolvido para a economia.
Quem quiser saber a importância do ENEM, PROUNI, SISU, FIES e PRONATEC -- programas do Governo Federal --, tão criticados por simpatizantes do PSDB, pergunte a um jovem pobre que durante sua vida inteira ouviu dizer que universidade era coisa para filhos de ricos.
Quem quiser saber o valor do programa Ciência sem Fronteira pergunte ao mercado de trabalho, o que representa para o país cerca de 200 mil jovens brasileiros se formando em universidades internacionais todos os anos e retornando a seu país com o diploma na mão e sonho realizado.
Além disso, mesmo com problemas, as universidades públicas do país ainda são muito melhores que as particulares, basta comparar o desempenho dos estudantes dos cursos de medicina.
O povo precisa entender que democracia se faz com maioria e que o PT, esse partido tão criticado pelas elites teve a maior votação nos estados do nordeste, no norte e ironicamente em Minas Gerais, estado do candidato adversário Aécio Neves.
Por tudo isso, decidi votar em Dilma 13 e torcer por esse povo que luta diariamente para que brasileiros pobres, negros e estudantes continuem como nos últimos 12 anos tendo vez e voz nesse país elitista e preconceituoso.
domingo, 26 de outubro de 2014
Promotoria Pública recebe denúncia contra prefeito de Senador La Rocque
A população de Senador La Rocque ainda aguarda parecer da Promotoria de Justiça sobre a denúncia recebida pelo promotor Carlos Augusto Ribeiro Barbosa sobre irregularidade na apresentação das contas da prefeitura municipal referentes ao exercício de 2013.
No último dia 10 de junho, o promotor de Justiça da Comarca de Senador La Rocque, Carlos Augusto Ribeiro Barbosa recebeu denúncia oferecida pelo eleitor Gilmar Nascimento dos Santos contra o prefeito de Senador La Rocque, Francisco Nunes da Silva.
De acordo com a denúncia, a prestação de contas referente ao ano 2013 encontra-se incompleta, faltando o Módulo I, que refere-se a Balanços Gerais e seus componentes.
“Na prestação de contas está faltando os principais itens que consta no Modulo I, que trata-se do processo licitatório, Educação (MDE|FUNDEF e Ações e Serviços Públicos de Saúde”, disse Gilmar Nascimento em sua argumentação.
No seu entender, a prestação de contas, que cabe ao prefeito municipal encaminhar para a Câmara Municipal, na mesma data em que encaminha para o Tribunal de Contas do Estado, constitui obrigação legal estabelecida no art 31, inciso 2º, da Constituição Federal e nos arts 151, inciso 1º, e 158, inciso IX da Constituição Estadual, no art 82 da Lei nº 4.320/64 e no art 49 da LC nº 101/2000 – LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).
Ainda de acordo com a denúncia, ao descumprir a lei, o prefeito será penalizado de acordo com a LRF - Lei de Responsabilidade Fiscal, por isso, o denunciante propõe ao promotor solicitar do gestor público os documentos referentes a prestação de contas para cessar as dúvidas sobre
Filiado ao PV, o prefeito Francisco Nunes foi eleito em 2012 com 5.622 votos, correspondente a (48,97% dos votos válidos).
No último dia 10 de junho, o promotor de Justiça da Comarca de Senador La Rocque, Carlos Augusto Ribeiro Barbosa recebeu denúncia oferecida pelo eleitor Gilmar Nascimento dos Santos contra o prefeito de Senador La Rocque, Francisco Nunes da Silva.
De acordo com a denúncia, a prestação de contas referente ao ano 2013 encontra-se incompleta, faltando o Módulo I, que refere-se a Balanços Gerais e seus componentes.
“Na prestação de contas está faltando os principais itens que consta no Modulo I, que trata-se do processo licitatório, Educação (MDE|FUNDEF e Ações e Serviços Públicos de Saúde”, disse Gilmar Nascimento em sua argumentação.
No seu entender, a prestação de contas, que cabe ao prefeito municipal encaminhar para a Câmara Municipal, na mesma data em que encaminha para o Tribunal de Contas do Estado, constitui obrigação legal estabelecida no art 31, inciso 2º, da Constituição Federal e nos arts 151, inciso 1º, e 158, inciso IX da Constituição Estadual, no art 82 da Lei nº 4.320/64 e no art 49 da LC nº 101/2000 – LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).
Ainda de acordo com a denúncia, ao descumprir a lei, o prefeito será penalizado de acordo com a LRF - Lei de Responsabilidade Fiscal, por isso, o denunciante propõe ao promotor solicitar do gestor público os documentos referentes a prestação de contas para cessar as dúvidas sobre
Filiado ao PV, o prefeito Francisco Nunes foi eleito em 2012 com 5.622 votos, correspondente a (48,97% dos votos válidos).
domingo, 29 de setembro de 2013
A esperança que virou medo em Senador La Rocque
Apenas sete meses se passaram, o governo mal começou, mas já se sabe como será até o fim da administração do atual prefeito de Senador La Rocque, advogado Francisco Nunes da Silva (PV), que obteve 48,97% dos votos válidos.
“Esse foi um dos piores votos que dei em toda minha vida”, o desabafo é de um eleitor revoltado com a falta de compromisso que o atual prefeito Chico Nunes tem dispensado aos larroquenses nesses últimos meses.
O governo que era desejado como esperança de humanização e valorização de seus munícipes, suas primeiras ações tem sido de desvalorização e descaso do já tão sofrido e massacrado povo de Senador La Rocque.
Aterrorizados por ges-tões anteriores em seus direitos, a população apostou todas as fichas no discurso do herdeiro político do saudoso Alfredo Nunes, mas já começaram a pagar a conta por mais este engano. Já tem eleitor sentindo falta da gestão dos Oliveiras.
Os adversários políticos que antes o chamavam de “Chico Nunca”, agora dizem na cidade que alguns pais de alunos o chamam de “Chico Abóbora”. Tudo isso porque, segundo eles, a merenda das escolas do município é servida apenas umas mistura de abóbora com alface.
“Os governantes de Senador La Rocque não têm respeito e responsabilidade, para com a população, porque prometem, prometem e não cumprem absolutamente nada”, disse nas redes sociais o estudante Francisco Sousa.
Por falta de uma ambulância e gente qualificada para o serviço, há poucos dias populares presenciaram uma cena triste. Por pouco, uma mulher em trabalho de parto não teve a criança dentro de um veículo a caminho do hospital regional de Imperatriz.
Na campanha política, foi prometido que logo no início do novo governo o Posto de Saúde do Cumaru seria beneficiado com uma ambulância e até agora nada. “Deveriam ter mais respeito com a população, que, enquanto isso, a população continua sofrendo porque estão usando e abusando do poder público”, disse ele.
Além disso, o que mais se fala é falta de combustível para transportar as pessoas que fazem hemodiálise nos hospitais de Imperatriz. Comenta-se também que ao ser questionado por populares, o prefeito disse que embora alguém faça a doação do combustível, o motorista não vai levar ninguém para a hemodiálise.
No campo esportivo, o diretor do Departamento Municipal de Esportes e Lazer, Sr Maradona confirmou a participação da Seleção de Futebol da cidade no Copão Maranhão do Sul por deter-minação do prefeito Chico Nunes.
Porém, depois de está tudo confirmado, inclusive, o município teve representante em algumas reuniões da Comissão Organizadora, o prefeito, através de ofício, resolveu cancelar participação da Seleção na competição.
“Esse foi um dos piores votos que dei em toda minha vida”, o desabafo é de um eleitor revoltado com a falta de compromisso que o atual prefeito Chico Nunes tem dispensado aos larroquenses nesses últimos meses.
O governo que era desejado como esperança de humanização e valorização de seus munícipes, suas primeiras ações tem sido de desvalorização e descaso do já tão sofrido e massacrado povo de Senador La Rocque.
Aterrorizados por ges-tões anteriores em seus direitos, a população apostou todas as fichas no discurso do herdeiro político do saudoso Alfredo Nunes, mas já começaram a pagar a conta por mais este engano. Já tem eleitor sentindo falta da gestão dos Oliveiras.
Os adversários políticos que antes o chamavam de “Chico Nunca”, agora dizem na cidade que alguns pais de alunos o chamam de “Chico Abóbora”. Tudo isso porque, segundo eles, a merenda das escolas do município é servida apenas umas mistura de abóbora com alface.
“Os governantes de Senador La Rocque não têm respeito e responsabilidade, para com a população, porque prometem, prometem e não cumprem absolutamente nada”, disse nas redes sociais o estudante Francisco Sousa.
Por falta de uma ambulância e gente qualificada para o serviço, há poucos dias populares presenciaram uma cena triste. Por pouco, uma mulher em trabalho de parto não teve a criança dentro de um veículo a caminho do hospital regional de Imperatriz.
Na campanha política, foi prometido que logo no início do novo governo o Posto de Saúde do Cumaru seria beneficiado com uma ambulância e até agora nada. “Deveriam ter mais respeito com a população, que, enquanto isso, a população continua sofrendo porque estão usando e abusando do poder público”, disse ele.
Além disso, o que mais se fala é falta de combustível para transportar as pessoas que fazem hemodiálise nos hospitais de Imperatriz. Comenta-se também que ao ser questionado por populares, o prefeito disse que embora alguém faça a doação do combustível, o motorista não vai levar ninguém para a hemodiálise.
No campo esportivo, o diretor do Departamento Municipal de Esportes e Lazer, Sr Maradona confirmou a participação da Seleção de Futebol da cidade no Copão Maranhão do Sul por deter-minação do prefeito Chico Nunes.
Porém, depois de está tudo confirmado, inclusive, o município teve representante em algumas reuniões da Comissão Organizadora, o prefeito, através de ofício, resolveu cancelar participação da Seleção na competição.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Lágrimas ainda correm pela saudade do “meu gatinho”
Na manhã do dia 13 de junho ele me deixou. Quando vi seu corpinho frágil estirado na calçada, não conseguir controlar as lágrimas, que caíram sem pedir licença. Naquele momento o que eu mais queria era poder trazer-lhe a vida e nunca mais o deixar em situação difícil.
Dizem que gatos têm sete vidas, mas o meu só precisava ter mais uma. Era suficiente pra mim. Ele ainda não tinha nome, mas eu o chamava de “neném”,“meu bebê” e “meu bibi”. Ele rapidamente atendia, as vezes contestava, mas geralmente obedecia.
Foi amor a primeira vista. Desde que o vi pela primeira vez, senti em meu coração um amor incondicional por aquele bichinho indefeso. Nos quase dois meses em que me sentia dona dele, ele me trouxe muita alegria. Jamais vou esquecer aquele andar elegante e seu jeito cativante.
Era meu companheiro. Estava comigo sempre nas horas de solidão. Nas noites de insônia eu sempre o acordava pra me fazer companhia. Outras vezes ele acordava e quando me via sozinha, se aproximava e de maneira discreta se aconchegava a meu lado.
Sempre pela manhã, enquanto estava na cozinha preparando o café, tropeçava sobre ele por querer insistentemente um pouco de atenção. Mas, enquanto eu não o pegava no colo e lhe fazia um carinho, ele não me deixava sossegada.
Assim como uma mãe que reconhece o choro do filho, eu reconhecia o “miau” dele.
Entre muitos gatos que convivem no mesmo ambiente, o miau do “meu gatinho” era especial. Era como se estivesse realmente me chamando. “Meu bibi” era muito esperto.
Algumas vezes o vi querer enfrentar gatos maiores e até cachorros. Quando isso acontecia, geralmente eu o segurava e cobria seus olhos pra não olhar de frente o inimigo, até se acalmar.
O que me deixa mais triste ainda é imaginar que, talvez sua má sorte tenha sido eu na vida dele. Talvez, se eu não o tivesse tirado de junto a seus irmãos, ainda estaria vivo, porque assim, jamais precisaria percorrer o caminho que lhe tirou a vida.
Dizem que gatos têm sete vidas, mas o meu só precisava ter mais uma. Era suficiente pra mim. Ele ainda não tinha nome, mas eu o chamava de “neném”,“meu bebê” e “meu bibi”. Ele rapidamente atendia, as vezes contestava, mas geralmente obedecia.
Foi amor a primeira vista. Desde que o vi pela primeira vez, senti em meu coração um amor incondicional por aquele bichinho indefeso. Nos quase dois meses em que me sentia dona dele, ele me trouxe muita alegria. Jamais vou esquecer aquele andar elegante e seu jeito cativante.
Era meu companheiro. Estava comigo sempre nas horas de solidão. Nas noites de insônia eu sempre o acordava pra me fazer companhia. Outras vezes ele acordava e quando me via sozinha, se aproximava e de maneira discreta se aconchegava a meu lado.
Sempre pela manhã, enquanto estava na cozinha preparando o café, tropeçava sobre ele por querer insistentemente um pouco de atenção. Mas, enquanto eu não o pegava no colo e lhe fazia um carinho, ele não me deixava sossegada.
Assim como uma mãe que reconhece o choro do filho, eu reconhecia o “miau” dele.
Entre muitos gatos que convivem no mesmo ambiente, o miau do “meu gatinho” era especial. Era como se estivesse realmente me chamando. “Meu bibi” era muito esperto.
Algumas vezes o vi querer enfrentar gatos maiores e até cachorros. Quando isso acontecia, geralmente eu o segurava e cobria seus olhos pra não olhar de frente o inimigo, até se acalmar.
O que me deixa mais triste ainda é imaginar que, talvez sua má sorte tenha sido eu na vida dele. Talvez, se eu não o tivesse tirado de junto a seus irmãos, ainda estaria vivo, porque assim, jamais precisaria percorrer o caminho que lhe tirou a vida.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Escritor Carlos Brito lança mais uma obra em Imperatriz
O professor, escritor e poeta Carlos Brito lançou no último mês de junho seu mais novo rebento “Textos para ler na escola”. Trata-se da décima quinta obra do autor, que visa contribuir com uma aprendizagem significativa para os alunos na sala de aula.
Segundo ele, por meio desse livro o aluno vai entrar em contato com diversos temas atinentes aos estudos, destacando-se algumas dicas sobre como interpretar textos e fazer um resumo, que são atualmente as maiores dificuldades que os alunos enfrentam nas escolas e nos concursos.
“A imaginação é o primeiro elemento para se escrever um bom texto. Ela é fundamental para a criação do contexto, seja descritivo, narrativo ou dissertativo, embora este último exija uma dose extra de argumentos lógicos”, disse Carlos Brito.
Neste livro intitulado “Textos par ler na escola”, o autor transmite todo seu conhecimento como orientador pedagógico e diz que as escolas de nossa região ainda não oferecem material adequado para que o aluno possa desenvolver a sua criatividade na escrita e na leitura por isso se propôs a escrever.
Carlos Brito é um poeta que tem se destacado por meio de seus escritos. Desde 1986, quando publicou seu primeiro livro “Os segredos da poesia”, não parou mais. De lá para cá são mais de 25 anos de carreira literária ininterrupta e mais de quinze livros publicados.
Sendo um operário das letras, Carlos Brito traz em “Textos para ler na escola” a possibilidade de nos levar a percorrer caminhos desconhecidos, como: “A biblioteca e o leitor”, “O poder das palavras” e “Estudante versus alunos”,onde o educando poderá sanar dificuldades para ler e interpretar com mais facilidade.
Segundo ele, nesses textos o leitor poderá ter uma visão de como as palavras tem poder e são de grande importância para todo aquele que pretende ser um bom profissional e consegue ostentar o dom de escrever um bom texto.
Para o jornalista Gil Carvalho, o experiente escritor e professor Carlos Brito traz no bojo dessa obra o perfil clássico de como deve ser um estudante, fato que muitos perderam como noção nos dias de hoje, pois ainda existem os que não assumem com dedicação o compromisso com os estudos – única ferramenta capaz de transformar a sociedade brasileira.
O livro “Textos para ler na escola” teve a revisão de Tasso Assunção, diagramação de Willian Azevedo e impressão da Gráfica Brasil. Carlos Brito disse ainda que agradece seus apoiadores, porque são difusores da cultura imperatrizense.
Segundo ele, por meio desse livro o aluno vai entrar em contato com diversos temas atinentes aos estudos, destacando-se algumas dicas sobre como interpretar textos e fazer um resumo, que são atualmente as maiores dificuldades que os alunos enfrentam nas escolas e nos concursos.
“A imaginação é o primeiro elemento para se escrever um bom texto. Ela é fundamental para a criação do contexto, seja descritivo, narrativo ou dissertativo, embora este último exija uma dose extra de argumentos lógicos”, disse Carlos Brito.
Neste livro intitulado “Textos par ler na escola”, o autor transmite todo seu conhecimento como orientador pedagógico e diz que as escolas de nossa região ainda não oferecem material adequado para que o aluno possa desenvolver a sua criatividade na escrita e na leitura por isso se propôs a escrever.
Carlos Brito é um poeta que tem se destacado por meio de seus escritos. Desde 1986, quando publicou seu primeiro livro “Os segredos da poesia”, não parou mais. De lá para cá são mais de 25 anos de carreira literária ininterrupta e mais de quinze livros publicados.
Sendo um operário das letras, Carlos Brito traz em “Textos para ler na escola” a possibilidade de nos levar a percorrer caminhos desconhecidos, como: “A biblioteca e o leitor”, “O poder das palavras” e “Estudante versus alunos”,onde o educando poderá sanar dificuldades para ler e interpretar com mais facilidade.
Segundo ele, nesses textos o leitor poderá ter uma visão de como as palavras tem poder e são de grande importância para todo aquele que pretende ser um bom profissional e consegue ostentar o dom de escrever um bom texto.
Para o jornalista Gil Carvalho, o experiente escritor e professor Carlos Brito traz no bojo dessa obra o perfil clássico de como deve ser um estudante, fato que muitos perderam como noção nos dias de hoje, pois ainda existem os que não assumem com dedicação o compromisso com os estudos – única ferramenta capaz de transformar a sociedade brasileira.
O livro “Textos para ler na escola” teve a revisão de Tasso Assunção, diagramação de Willian Azevedo e impressão da Gráfica Brasil. Carlos Brito disse ainda que agradece seus apoiadores, porque são difusores da cultura imperatrizense.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Notícias Populares completa 10 anos
Numa manhã ensolarada, por volta das 9h do dia 03 de agosto de 2002, a população de João Lisboa, Senador La Rocque e Imperatriz recebeu o primeiro exemplar do jornal Noticias Populares.
Dezenas de comerciantes e colaboradores acreditaram na seriedade de nosso trabalho mesmo antes de conhecê-lo. Acreditaram na proposta que foi ao mesmo tempo a razão de vida desse jornal: cobrir, estritamente e com isenção, os fatos locais dessas cidades, como a política, a gestão pública, a cultura, a sociedade e todo e qualquer fato de interesse local.
Para duas cidades, conforme o IBGE, composta por 38.391 habitantes, mas cujos acontecimentos eram quase que totalmente ignorados pelas mídias, o Noticias Populares veio de encontro às necessidade desse povo que também queria e ler a noticia dos seus próprios acontecimentos.
PRIMEIRA EDIÇÃO --A primeira edição do Noticias Populares circulou com algumas falhas: como, problemas de diagramação, digitação, ortografia e outros, mas nada que comprometesse sua grandeza, e os erros estão sendo corrigidos a cada novo número.
Inicialmente o jornal circulou com pouco mais de 200 exemplares, mas considerando que João Lisboa e Senador La Rocque pertencem ao interior maranhense com taxas de analfabetismo de 29,70% e 39,90% respectivamente e seu IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) 0,63 médios, em pouco tempo começamos a distribuir mais que o dobro dessa quantidade.
A editora Joselita Damacena reassalta que, quem recebe o jornal, confortavelmente em sua casa ou local de trabalho, nem imagina a penúria do seu fabrico: pesquisa, redação, diagramação, correção, fotografia, arte, impressão e distribuição: processo enfadonho que precisa ser vencido dentro da periodicidade para que as doze páginas tragam notícias de interesse do público leitor.
Além disso, o grande problema de manter um jornal sempre foi a dificuldade de se encontrar profissionais qualificados e disponíveis para um projeto movido muito mais a paixão do que a dinheiro. Mas é certo também que temos pessoas capacitadas e dispostas, entre os quais destacamos Mariano Neto, Gilmar Nascimento, Paulo Gaspar, Natividade Silva, Juarez Inácio e outros.
Com pouca gente e muito trabalho, o começo não foi fácil. Tanto sacrifício por muitas vezes nos desestimulou, mas aos poucos os desafios estão sendo vencidos. O jornal foi conquistando cada vez mais credibilidade, respeito, e agora alcançou seu décimo aniversário com 106 edições bem mais amadurecido.
Nossas matérias passaram a ter uma maior repercussão e tornou-se mais do que um instrumento de difusão dos acontecimentos regionais, onde fez e continua fazendo uma tribuna refletir os anseios populares e denunciar os problemas que aflige a população.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Mariozan Rocha participa do programa “Encontro” da Rede Globo e fala sobre a ascensão da música brega
“Se chego de carro velho na balada e mexo com a mulherada... Ela não me olha...!” Com esse trecho da música “De Carro Velho na Balada”, o cantor sertanejo mais solicitado nos últimos tempos, Mariozan Rocha encerrou entrevista concedida durante apresentação na convenção que homologou a candidatura de Dr. Palmireno para a prefeitura de Davinópolis.
Mariozan Rocha, que também esteve em Imperatriz no início do mês passado fazendo a abertura da programação musical da XLIV Expoimp - Exposição Agropecuária de Imperatriz no Parque de Exposição Lourenço Vieira da Silva, ressaltou que ao longo desses quase vinte anos, sua carreira teve um grande avanço após a assinatura do contrato com a gravadora Som Livre.
“Foi um grande passo, uma grande parceria porque esse é um desejo de todo artista: fazer parte da gravadora Som Livre, que é uma empresa pertencente as Organizações Globo e que divulga para todo o Brasil”, disse ele.
Mariozan Rocha, que se declara um cara muito sensível e sentimental, que gosta de cantar as próprias músicas de sua autoria. “Eu canto a realidade, aquilo que eu fiz, que eu compus. Estou um pouco sem tempo, mas estou compondo para o novo CD que estará saindo agora pela Som Livre, tem no mínimo seis músicas de minha autoria”, disse.
Quando perguntado sobre o sucesso que a música “Ricardão” está fazendo na novela Avenida Brasil, da Rede Globo, Mariozan Rocha disse que no início muita gente estranhou porque a letra não é muito seu estilo. Mas, segundo ele, quando a Globo mandou o resumo do que seria a personagem, ele teve que escrever e o resultado é esse: um conjunto perfeito de letra e melodia com a belíssima interpretação de Mariozan Rocha.
“É uma música que tá no auge. É um estilo que tá muito no momento do sertanejo. É uma música pra cima, que fala de balada, de pegador, de alegria e era o que faltava no meu repertório”, disse Mariozan Rocha, acrescentando ainda que “muita gente considera que a música sertaneja é brega, mas essa música o tirou um pouco do “estilo apaixonado” para uma coisa mais pra cima, mais alegre”, finalizou.
Mariozan Rocha, que está vivendo um dos melhores momentos de sua carreira, esteve semana passada no programa “Encontro” da Rede Globo com a apresentadora Fátima Bernardes. O cantor piauiense juntamente com Reginaldo Rossi, Sidney Magal e outros famosos foi convidado para falar sobre a música brega.
Ainda em sua fala, ele acredita que um dos maiores sonhos de qualquer artista nos dias atuais é participar do programa do Faustão. Ele já foi convidado por causa do sucesso que a música “Ricardão” está fazendo na novela, pela grande quantidade de acessos no YouTube e no site da Globo. “Estou esperando com muita ansiedade um respaldo muito maior após a apresentação porque ainda temos muitas coisas a fazer, pra realizar, pra lançar”, finalizou.
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